Sexta-feira, Dezembro 29, 2006
( 2:05 AM )

Mas o teu amor me cura...
De uma loucura qualquer...

Encostar no teu peito...
E se isso for algum defeito por mim...
Tudo bem...



Rascunhado por Vanessa
<3




Quarta-feira, Dezembro 27, 2006
( 2:06 PM )

Eu poderia ter mudado a minha festa de Natal, mas não o fiz.
Tenho seguido tanto o lema: "viver o agora" e vejo que não o fiz nesta noite.
Fiquei observando a neura dele e fui sendo consumida pela minha.

Ficamos nos cuidando e nos olhando a festa inteira. Os dois cheios de neuras.
Via a maneira que ele sempre dava um jeito de ficar próximo de mim. Observada o jeito dele quando dançava perto, esperando que eu sorrisse ou quem sabe desse um passo mais a frente com uma atitude mais ousada mostrando que eu o queria. Como se só faltasse isso.
Estava escrito na testa dele: "Será que vc me quer?", "Mostre que vc ainda me quer..."
Sentia o tempo todo uma tremenda provocação da parte dele para a minha pessoa.
Como ele me provoca. Ele sabe das coisas que eu gosto.

Mas meu orgulho foi mais forte.
Meu orgulho ainda estraga muitas coisas.
Sempre aquela mente feminina, romantica, insegura e boba: "ele que tem que chegar!". "Mostre VOCÊ que me quer!". "Chega junto e fala no meu ouvido: QUERO VOCÊ DE NATAL!"

Acontece algo estranho entre a gente. Isso é fato.
Mas ele poderia ter chegado no meu ouvido e me pedido de presente de natal!
Realmente isso eu iria adorar.

De resto... adeus 2006, ele se vai, mas o que eu sinto por você ainda não...

Quem sabe em 2007 a gente se entende? ;o)


Rascunhado por Vanessa
<3




Sábado, Dezembro 23, 2006
( 11:55 PM )

É claro que falta você!


Puta-que-pariu, preciso dizer mais?
É sim, falta você... e daí?
Foda-se que estou escrevendo isso...
É de você que eu gosto mesmo.
Foi você que me fez tremer, depois de tanto tempo.


É por você que espero todas as noites.
É em você que eu penso todos os dias.
É meu celular quando toca no confidencial que minha barriga se entope de borboletas.
É um alô que eu dou meio desesperado e meio rindo que percebo que nunca é você.

É o seu jeito, é o nosso jeito, é a nossa maneira de ficar juntos que eu penso quando acordo de manhã. Mais uma vez sozinha na minha cama e não ao seu lado, mesmo que seja no seu carro.

Esse sábado a noite está sendo insuportável estar em casa.
Porque mesmo pensando em sair, eu gostaria que fosse com você.
Eu e você. Não existe balada mais perfeita.
Pensei em você, olhei pro meu celular várias vezes e não vi você...


Porra, não paro de pensar em você, caralho!!!
Chega!!!

E amanhã é noite de Natal e ela não será a mesma, se eu não me encontrar com você. (de novo, kct!)
Presente de Natal: você. (novidade....)

Anota aí Papai Noel, e me dê de presente depois da ceia de natal! ;o)


Rascunhado por Vanessa
<3




Quinta-feira, Dezembro 21, 2006
( 1:55 AM )





PAIXÃO



Em geral temos uma noção muito confusa do amor. Normalmente nomeamos de amor a paixão e o apego, que é o que se torna ódio quando um relacionamento termina.

O amor não precisa criar alimentos artificiais para existir ou se manter e não termina quando não é plenamente satisfeito, porque não tem expectativa retroalimentadora, não depende de ações ou julgamentos, é completo em si mesmo não tendo a menor possibilidade de virar ódio porque ao invés de esperar retorno simplesmente vive do que é e do que tem e por isso tem sempre para dar.

Difícil reconhecermos, ainda não estamos prontos ou suficientemente desenvolvidos para um sentimento desse tipo, não conseguimos sequer percebê-lo tão envolvidos estamos em conquistar, manter, cansar e rejeitar, tão confusos com diferentes ofertas e possibilidades. Para que ter um só ao invés de vários? Tenho cá para mim que não se trata de quantidade que buscamos, mas de qualidade que exige o tempo e atenção que queremos para nós, mas não estamos tão dispostos quando se trata do outro.

A paixão precisa do incêndio, da exposição, de um alimentar constante como uma fornalha que gera energia em uma máquina, precisa ter suas necessidades atendidas, tem urgência, não pode parar quieta para perceber o que está acontecendo, porém no momento em que o combustível termina, que o estímulo cessa ou se cansa, esse suposto amor toma o rumo contrário e se sente roubado e traído. A pessoa percebe sua intimidade exposta, se sente rejeitada e à menor perspectiva de ver o outro feliz sem seu amor é imensamente dolorosa e perturbadora, como se estivesse sendo logrado apesar de te ser se doado tanto e até o que às vezes nem tinha para si.

Viver uma paixão assim é ser um mártir ou uma vítima acometida de uma doença crônica, porque essa é a sensação da paixão, um estado febril constante. O físico passa a ter estímulos positivos ou negativos o tempo todo, não tem tranqüilidade, há uma necessidade de manter-se exposto para medir a quantidade, a qualidade e a extensão do sentimento; não é amor. Amor não é quantitativo, é simplesmente. Presente sem que seja necessário, presente porque essa é uma qualidade do amor. Exige treinamento doar sem se sentir herói, mártir ou vítima.

Sabe a célebre frase: ninguém te amou nem vai amar como eu? Até aqui viemos treinando desde sempre a paixão querendo ter essa sensação de felicidade exagerada, uterina, que com pouco não se satisfaz e nomeando a isso de amor. Os mais céticos qualificam a paixão de explosão hormonal. Quando tudo termina, porque essa é uma qualidade da paixão e quando não, é possível morrer de amor ou adrenalina, como queira, o corpo se sente realmente doente e reage como tal; todos nós conhecemos a sensação. E aí de uma parte ou das duas vem a dúvida: ficar ou sair? A resposta? A avaliação é individual, mas a certeza é que se não fomos felizes nessa relação, temos que fazer uma avaliação profunda de nós mesmos, daquilo que queremos e da forma que estamos trabalhando para alcançar nossa meta, senão vamos mudar só o nome do namorado(a), mas em essência ele(a) vai continuar o(a) mesmo(a), se repetindo em outros(as), porque continuamos a buscar no lugar errado e de maneira errada, sem deixar que o amor aconteça, perseguindo-o constantemente. Não vai nascer nunca laranja de uma macieira, portanto se quero colher laranjas tenho que saber que árvore devo plantar.


Rascunhado por Vanessa
<3




Sábado, Dezembro 16, 2006
( 1:24 AM )

Agonia do tempo

Pela primeira vez vejo o tempo me agoniar.
De alguma forma, ele me agonia.
Hoje senti uma dor forte de ver o tempo passar.
Mes de dezembro e aquela sensação de "já???"

Os anos passando... o tempo passando...
E eu me sinto aqui, como se estivesse presa em alguma dor.
Vejo as pessoas esbanjando algum tipo de felicidade falsa.
Mas é tão falsa... que eu sinto. E me entristece ainda mais.
Não sei como me libertar dessa agonia.
Desta dor.

Os minutos passam, os dias passam, marco X nos dias do calendário
Viro as páginas rapidamente dos meses.
Troco o calendário e sinto que mudo todos os dias.
Mas o que eu queria que mudasse logo, não vejo mudar.

Quero muitas coisas neste dezembro de 2006 e daqui pra frente...
Quero felicidade. Quero família. Quero um amor. Quero ele, sim aquele.
Quero dinheiro. Quero uma casa. Quero um emprego. Quero terminar meus estudos.
Quero escrever um livro. Quero fazer uma novela das 20. Quero fazer um filme em hollywood.
Quero viajar. Quero muita praia. Quero sol.
Mas quero Londres também. Aquele clima estranho.

Mes de dezembro é um mês de querer, é um mes de retrospectivas.
É um mês de desejos. Há tanto desejos neste mês que não dá conta para a sua realização.
No fundo... acho que nenhum se realiza.
Portanto, sem desejos no mês de dezembro de 2006.

Rascunhado por Vanessa
<3





Rascunhada...

"Eu tenho delírios de paixão, nem meu espelho me reconhece."
[Cazuza]



Vanessa
Capricorniana
Ascendente em Libra
Vegetariana
Atriz
Universitária (ainda...)
Vinte e poucos anos
Quase 30
Exagerada
Intensa
Complicada
Perfeitinha
Egocêntrica
Provocante
Perfeccionista
Detalhista
Adora se apaixonar
1 mulher q vale por 10
Ousada
Manhosinha
Mimadinha


Outros rascunhos...

One Last Cigarette
Entretantas, eu...
Amenidades
Solta no Mundo
Coisas da Gaveta
É só saudade...
Uma Borboleta
Cosmopolitan Girl
Memórias ao Curry
Ainda bem que eu não dei
Casa da Tuka
Homem é Tudo Palhaço
Blônicas
Tati Bernardi
Post Secret


Cantando...

Illegal
[Shakira]
Sombra de Ti
[Shakira]
Que me quedes tu
[Shakira]
Só Hoje
[Jota Quest]
O Vento
[Jota Quest]
Exagerado
[Cazuza]
Preciso dizer que te amo
[Cazuza]
Faz parte do meu show
[Cazuza]
Amor pra recomeçar
[Frejat]


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